Awọn ọmọ-ọmọ Japanese ni Brazil sọ ni èdè Japanese
Mo ri eto kan lori Telifisonu lalẹ.
Ninu eto yi awọn ọmọ-ọmọ Japanese ni Ìlú Brazil n sọrọ ni èdè Japanese.
Kilode ti
awọn ọmọ-ọmọ Ànàgó ti o wa ni Bahia kò sọ èdè Yorùbá Ànàgó rara ni aye ojoojumọ?
Kilode ti a ko sọ awọn oriṣiriṣi ede abinibii ni awọn agbegbe awa?
Ó se pàtàkì láti mọ díẹ̀ nípa ìtàn ilẹ̀ Ànàgó àti
irú ènìyàn tí ń gbé awọn ìlú Ànàgó kaakiri agbaye .
Nigbati àwọn Òṣèlú gba Ìjọba lọ́wọ́ Ìjọba Ológun, inú ará ilú
dùn nitori wọn rò wi pé Ológun kò kọ iṣẹ́ Òṣèlú. Sibẹsibẹ, ko si
ohun ti o yipada fun awọn ọmọ-ọmọ eniyan Afrika ni orile-ede awa..
Tradução
Os
descendentes de Japoneses no Brasil falam Japonês
Eu
vi um programa na televisão hoje à noite.
Neste
programa, as crianças japonesas no Brasil falavam japonês.
Por
que as crianças descendentes do povo nagô da Bahia não falam a língua
iorubá-nagô na vida cotidiana?
Por
que não falamos as respectivas línguas africanas diferentes em nossas áreas?
É
importante saber sobre a história da terra dos Nagôs e saber também quem são as
pessoas nagôs que vivem nas terras Nagôs espalhadas em várias partes do mundo.
Quando
os políticos reconquistaram o governo que estava nas mãos dos militares todos
ficaram feliz porque achavam que os militares não tinham capacidade para substituir
os políticos. No entanto, nada mudou para os descendentes de africanos no nosso pais.
Imagem: http://g1.globo.com/acao/noticia/2010/11/afrodescendentes-representam-mais-de-80-da-populacao-na-bahia.html (acessado em 26/03/19)

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ResponderExcluirNo século XIX era comum os africanos de Salvador mandarem seus filhos estudar na Nigéria, assim como os brancos mandavam seus filhos estudar na Europa.
ResponderExcluirInformação colhida numa das notas de rodapé do artigo de Félix Ayoh'Omidire e Alcione M. Amos: 'O babalaô fala: a autobiografia de Martiniano Eliseu do Bomfim'
(http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0002-05912012000200007, acessado em 21.09.2019, 21:37 hs.)
"Ir estudar na África parece ter sido comum na época. Enquanto a elite branca brasileira enviava seus filhos para estudar em Paris, o povo de ascendência africana enviava seus filhos para a África. João do Rio, As religiões no Rio, Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 2006, p. 20; [ Links ] Lisa Earl Castillo e Luis Nicolau Parés, "Marcelina da Silva e seu mundo: novos dados para uma historiografia do candomblé Ketu", Afro-Ásia, n. 36, (2007), pp. 140-141, , acessado em 12/01/2012. [ Links ] As crianças iam lá para estudar a língua, a religião, a cultura e para aprender uma profissão. Foi esse o intuito de Martiniano quando, em 1875, aos dezesseis anos, acompanhou seu pai, um comerciante de importação e exportação de mercadorias originárias da África, em uma viagem a Lagos. Em sua entrevista a Frazier, Martiniano dá a data exata dessa viagem como sendo 28 de setembro de 1875. Caso n. 4, Martiniano do Bomfim, caixa n. 133, pasta n. 8, Coleção E. Franklin Frazier, Moorland-Spingarn Research Center, Howard University. Esta data, no entanto, não foi corroborada pela pesquisa feita por Castillo, que encontrou nos arquivos anotação sobre a partida de Eliseu do Bomfim para a África em 14 de outubro de 1875; o nome de Martiniano, porém, não aparece no registro. Lisa Earl Castillo, "Between Memory, Myth and History: Transatlantic Voyagers of the Casa Branca Temple", in Ana Lúcia Araújo (org.), Paths of the Atlantic Slave Trade: Interactions, Identities, and Images (Amherst, NY: Cambria Press, 2011), pp. 209-210. [ Links ] Outra fonte indica que Martiniano teve de ir para a África porque brigou com um jovem branco que ficou gravemente ferido. Vivaldo da Costa Lima, "O candomblé da Bahia na década de trinta", in Waldir Freitas Oliveira e Vivaldo da Costa Lima (org.), Cartas de Edison Carneiro a Artur Ramos: de 4 de janeiro de 1936 a 6 de dezembro de 1938, (São Paulo: Corrupio, 1987), p. 52. "