Àìná, a Graça no brilho das crianças
Ìbejì, ẹ̀ r ọ …!!! Hoje lembrei, com especial carinho, da figura de um dos meus Mestres, o músico e arranjador Michael Babatunde Olatunji (April 7, 1927 – April 6, 2003), com quem trabalhei em Salvador quando ele esteve aqui durante um Congresso (ou conferencia?) de Artistas afro-americanos que lotaram um avião com capacidade para 350 passageiros e vieram dos Estados Unidos até a nossa Salvador da Bahia, no ano de 1988, durante a gestão de José Carlos Capinam como Secretário da Cultura do Estado da Bahia, para, aqui, realizarem seu evento. A convite da SeCult, eu trabalhei como tradutor de Olatunji, que era um percursionista, arranjador, educador, ativista social nigeriano radicado nos Estados Unidos da América. O que, na época, eu não sabia era para quem eu estava trabalhando. Baba Tunji, era Ioruba da etnia Ogu, enquanto eu sou da etnia Nagô, dai logo nos tornamos amigos e ele passou a ser um dos meus Mentores [e, mesmo de onde se encontra, hoje, Y ẹ il ẹ̀ ri ...